https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/issue/feed REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA 2021-06-14T11:23:50-03:00 Peter May peterhmay@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Revista Ibero-Americana de Economia Ecológica, REVIBEC, é a revista oficial da REDIBEC, e pretende tornar-se uma referência acadêmica, pelo alto nível científico de seus conteúdos e pelo interesse dos temas tratados, o que contribui para a consolidação da Economia ecológica como abordagem científica na região.</p> <p style="text-align: justify;">A Revista Ibero-Americana de Economia Ecológica, REVIBEC, é uma publicação da Rede Ibero-Americana, REDIBEC criada para publicar e disseminar obras originais de interesse para a região em termos de desenvolvimento e meio ambiente.</p> <p style="text-align: justify;">Paradoxalmente, o advento das novas tecnologias da informação não levou ao declínio esperado na desigualdade de acesso à informação científica. Pelo contrário, essas desigualdades foram exacerbadas, em parte graças ao papel das editoras, que privatizam as informações cuja geração não financiaram. Em resposta, o Ibero-American Journal of Ecological Economics junta-se a outras iniciativas que buscam democratizar o acesso ao conhecimento acadêmico de alto nível através de novas ferramentas informáticas.</p> <p style="text-align: justify;">Revista Indexada em Latindex, Economistas Online, revistas eletrônicas, DOAJ, RePEc, Dialnet, RACO, DDD e logo em IN-RECS.</p> <p style="text-align: justify;">ISSN: 2385-4650</p> https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/34-1-1 Conscientização e Serviços Ambientalmente Adequados: Evidências para Acesso a Saneamento no Brasil 2020-10-26T14:08:39-03:00 Patrick Leite Santos patrickeconomia@hotmail.com Ednando Batista Vieira ednando.vieira@ueg.br Carlos Cesar Santejo Saiani ssaiani@ufu.br Cesar Ricardo Leite Piorski piorski@uol.com.br <p>A educação (conhecimento) é um condicionante da conscientização ambiental, influenciando a demanda e a oferta de produtos menos degradantes, como o acesso ambientalmente mais adequado a saneamento básico. O objetivo deste estudo é avaliar esta hipótese utilizando o acesso a informações por meios de comunicação (conhecimento informal) em conjunto com a instrução (conhecimento formal) como <em>proxies</em> para a conscientização em investigações de determinantes dos acessos a serviços de saneamento no Brasil, que ainda estão, no geral, longe de serem universalizados. Para isso, são realizadas estimações por <em>Logit Multinomial Multinível</em>, controlando variáveis em dois níveis que determinam o acesso tanto pela demanda (atributos domiciliares) como pela oferta (atributos municipais). Os resultados sinalizam que os níveis de conhecimento formal e informal influenciam o acesso domiciliar a abastecimento de água e a esgotamento sanitário pelas formas ambientalmente mais adequadas.</p> 2021-05-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/vol34-1-2 Tecnologias de Reaproveitamento de Água 2021-04-05T14:24:08-03:00 Ahmad Saeed Khan saeed@ufc.br Maria Josiell Nascimento da Silva nascimentojosiell@hotmail.com Eliane Pinheiro de Sousa pinheiroeliane@hotmail.com Patrícia Verônica Pinheiro Sales Lima pvpslima@gmail.com <p>As tecnologias sociais de reaproveitamento de água da chuva e dos efluentes domésticos para irrigação surgem como uma alternativa para tornar os agricultores familiares do semiárido menos vulneráveis à seca. Essas tecnologias sociais têm como objetivo melhorar a renda e disseminar a sustentabilidade na agricultura. Desta forma, este trabalho analisa os efeitos dessas tecnologias de reaproveitamento de água sobre a renda e a sustentabilidade agrícola da produção dos agricultores familiares no semiárido cearense. Para atender esse objetivo, utilizou-se o método de Propensity Score Matching. Os resultados encontrados foram positivos, evidenciando o potencial dessas tecnologias sociais para melhorar as condições de convivência dessa população com o Semiárido.</p> 2021-05-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/vol34-1-3 Condicionantes Gerais do Descarte de Lixo nas Metrópoles Brasileiras 2021-04-06T13:02:00-03:00 Eliene de Sá Farias eliene.farias@ufv.br Raquel Pereira Pontes raquel_sjn@hotmail.com Dênis Antonio da Cunha denis.cunha@ufv.br <p>Um dos principais problemas ambientais decorrentes do atual processo de urbanização é a geração excessiva de lixo residencial e seu descarte inadequado. O presente estudo analisa os condicionantes socioeconômicos e demográficos que influenciam a forma pela qual o lixo é descartado nos domicílios das metrópoles brasileiras, por meio do modelo Logit Multinomial, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios-PNAD. Os principais resultados da pesquisa sugerem que os limites superiores de educação (ensino médio, superior e pós-graduação) reduzem a probabilidade de descarte incorreto do lixo. Outros mitigadores do descarte incorreto do lixo são a renda, gênero e uso da internet. Ademais, o nível de instrução do chefe da família e se o chefe da família é mulher refletem-se nas atitudes dos demais moradores dos domicílios. Esses resultados apontam a necessidade de expandir políticas educacionais, inclusive de educação ambiental, as quais podem promover externalidades positivas e podem contribuir com a disseminação do comportamento pró-ambiental.</p> 2021-06-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/vol34-1-4 Avaliação social das funções do ecossistema de riachos em Quito, Equador 2021-04-13T22:35:35-03:00 Mateo Roldan mateoroldan@gmail.com Sara Latorre salatorre@flacso.edu.ec <p>Compreender como as pessoas percebem e valorizam os ecossistemas é a chave para sua conservação e gestão sustentável. Na verdade, diversos processos de perda e degradação de espaços silvestres nas cidades são em parte determinados pela percepção positiva ou negativa que seus habitantes têm sobre esses espaços. Este, por sua vez, determina mudanças na provisão de serviços ou funções ecossistêmicas, o que pode significar maior vulnerabilidade a desastres naturais e / ou perda de resiliência desses ecossistemas urbanos. Na cidade de Quito, Equador, comparamos dois territórios para compreender a percepção e avaliação sociocultural que seus habitantes realizam para diferentes espaços silvestres (ravinas). Da mesma forma, comparamos essa avaliação entre diferentes grupos sociais, de acordo com a idade, tipo de relação com o espaço e local de residência na cidade. Classificamos as respostas de acordo com os domínios de valor relacional, intrínseco e instrumental. Argumenta-se que a “invisibilidade” das funções ecossistêmicas para a população gera pouca valorização e cuidado dos espaços que as fornecem. Consideramos que isso é influenciado pelo tipo de uso que ocorre dos espaços, que por sua vez é condicionado pela configuração espacial e incidentes de ações de políticas públicas no local.</p> 2021-06-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/vol34-1-5 MANGUEZAL VIVO EM CUBA: CUSTOS E BENEFÍCIOS DAS AÇÕES BASEADAS EM ECOSSISTEMAS. Análise econômico-ecológica nas províncias do sul Artemisa e Mayabeque 2021-02-02T22:11:17-03:00 Bernardo Aguilar González baguilaconsult@gmail.com Miguel A. Vales García mavales@ceniai.inf.cu <p>Em Cuba, as populações do sul das províncias de Artemisa e Mayabeque são afetadas há anos pelo abate indiscriminado de seus manguezais, o que afeta seus serviços ecossistêmicos. Adaptação baseada em ecossistemas (EBA) é uma abordagem alternativa para aumentar a resiliência de comunidades vulneráveis. A análise de custo-benefício é um método econômico usado para avaliar opções de investimento, onde custos e benefícios são comparados diretamente em termos monetários. Isso mostra o impacto no valor de uma forma que seja fácil para os tomadores de decisão entenderem. Esta contribuição analisa os principais custos de: restauração, manutenção, bens de consumo, combustível, equipamentos e projetos de conservação executados, bem como os benefícios obtidos por essas ações da ABE no valor dos serviços ecossistêmicos de mangue nessas localidades. Destes, foram considerados cinco serviços de prestação e seis serviços de regulação e apoio. Três cenários foram desenvolvidos: um cenário base e dois modificados. A relação custo-benefício variou de 6,81 a 14,91 de acordo com o cenário relatado entre os três cenários realizados. Isso mostra que para cada peso investido foi obtido um benefício econômico-ecológico de mais de 6 pesos, demonstrando a rentabilidade abrangente da aplicação do enfoque ABE nas áreas de trabalho.</p> 2021-08-29T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/34-1-6 O MECANISMO DE DOAÇÃO DEDICADA PARA POVOS INDÍGENAS E COMUNIDADES LOCAIS: 2021-06-14T11:23:50-03:00 Priscila Feller priscila.feller@gmail.com <p>As mudanças climáticas exigem o desenvolvimento de instrumentos econômicos para redução das emissões de gases de efeito estufa, como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Neste artigo, discuta-se o Mecanismo de Doação Dedicado aos Povos Indígenas e Comunidades Locais (DGM), financiado pelo Fundo de Investimento em Clima, pode ser considerado um desses instrumentos econômicos. Em primeiro lugar, avalio quais características do DGM corresponderiam ao conceito de instrumento econômico como o PSA. Em segundo lugar, o estudo analisa sua governança, sob a perspectiva da Nova Economia Institucional (NEI). Para tanto, utilizo a literatura específica sobre PSA e NEI, examinando os tipos (recompensas, mercados e incentivos), formas (monetárias e não monetárias) e opções de pagamento (coletivas ou individuais), bem como as estruturas de governança e modelos de contrato. O artigo conclui que o DGM pode ser considerado um PSA e que sua governança segue um modelo híbrido, baseado em um contrato relacional entre as partes, sendo os pagamentos realizados de maneira coletiva e não monetária. Finalmente, entende-se que o DGM poderia usar melhor a forte coesão intrínseca dos povos indígenas e comunidades locais. Levar esses ativos em consideração pode ajudar a diminuir os custos de implementação, gerenciamento e monitoramento ao mesmo tempo que poderia fortalecer as regras e vínculos tradicionais.</p> 2021-10-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA