DISCREPÂNCIAS ENTRE A DISPOSIÇÃO A PAGAR E ACEITAR NA VALORAÇÃO CONTINGENTE
OBSERVAÇÕES DA ECONOMIA COMPORTAMENTAL
Palavras-chave:
Economia Ambiental, Política Ambiental, externalidades, microeconomia, preferências econômicasResumo
A economia ortodoxa é estruturada epistemologicamente a partir do positivismo e do materialismo, através da preferência revelada. Ainda assim, na práxis, existem bens que não são comercializados nos mercados e que, portanto, não têm preço, nem podem ser valorizados no quadro da preferência revelada. Para avaliar este tipo de bens, a economia ambiental utiliza métodos de preferência declarada, sendo o mais comum a avaliação contingente. Estes métodos procuram determinar as disposições dos agentes para pagar ou aceitar quando confrontados com alterações no bem inestimável; Estas disposições baseiam-se na análise da indiferença, portanto, teoricamente, deveriam ser iguais. Mas, na prática, foram encontradas diferenças substanciais entre as disposições para aceitar e pagar, as primeiras tendem a ser muito maiores. Devido a isso, o objetivo deste artigo é explorar os vieses comportamentais associados à aplicação de metodologias de preferência declarada para a avaliação de bens ambientais.
Referências
Cadwell, B. (1994). Beyond positivism: Economic Methodology in the Twentieth Century. London, United Kingdom: Taylor & Francis Group.
Daly, H. (2008). Desarrollo Sustentable: definiciones, principios, políticas. Aportes, 7, 3-26.
Díaz et al (2018). Assessing nature’s contributions to people Recognizing culture, and diverse sources of knowledge, can improve assessments.
Dussel, E. (2009). Ética de la liberación en la edad de la globalización y la exclusión. Madrid, España: Editorial Trotta, S.A.
Espino, R. E., et al. (2004). Diseño de preferencias declaradas para analizar la demanda de viajes. Estudios de economía aplicada, 22(3), 759-793. https://www.redalyc.org/pdf/301/30122316.pdf
Freeman, 2014. The measurement of environmental and Resource Values.
Garzón, L. P. (2013). Revisión del método de valoración contingente: experiencias de la aplicación en áreas protegidas de América Latina y el Caribe. Espacio y Desarrollo, (25), 65-78. https://revistas.pucp.edu.pe/index.php/espacioydesarrollo/article/view/10623
Kahneman, D. (2003). Maps of bounded rationality: Psychology for behavioral economics. The American Economic Review, 93(5), 1449-1475. http://www.jstor.org.una.idm.oclc.org/stable/3132137
Kahneman, D. (2012). Pensar rápido, pensar despacio. Barcelona, España: Penguin Random House Grupo Editorial S.A.U.
Lobo (2019). Servicios ecosistémicos y contribuciones de la naturaleza al bienestar humano: Su vínculo con los servicios ecosistémicos urbanos.
Moreno et al (2020). Guía metodológica para la identificación y valoración de los bienes y servicios que brinda la biodiversidad y los recursos naturales.
Osorio, J. D., y Correa, F. J. (2009). Un análisis de la aplicación empírica del método de valoración contingente. Semestre económico, 12(25), 11-30. http://www.scielo.org.co/scielo.php?pid=S0120-63462009000300002&script=sci_arttext
Ripka, A., et al. (2018). Métodos de valoración económica ambiental: instrumentos para el desarrollo de políticas ambientales.
Rodríguez-Soto, J. A. (2022). Factores conductuales de los discursos políticos de la desigualdad. En Tova, G. (Ed.), Investigación Latinoamericana en Ciencias Sociales y Humanidades. (pp. 85-97). http://cicacis.com/gallery/ILCSH.pdf?fbclid=IwAR2dv2usEjUCdne2E2VKOCQSfg_WFymaEPHJw606feP7P_Rp9EeZMkmHUoc
Rodríguez-Soto, J. A. (2024). Are the criteria of Welfare Economics satisfactory?. Economía Y Sociedad, 29(66), 1-17. https://doi.org/10.15359/eys29-66.1
Samuelson, W., & Zeckhauser, R. (1988). Status quo bias in decision making. Journal of Risk and Uncertainty, 1(1), 7-59. http://web.a.ebscohost.com.una.idm.oclc.org/ehost/pdfviewer/pdfviewer?vid=1&sid=6ad13328-2216-422b-9ab2-8c16588515e6%40sdc-v-sessmgr03
Sen, A. K. (1977). Rational fools: A critique of the behavioral foundations of economic theory. Philosophy & public affairs, 317-344. https://www.jstor.org/stable/2264946
Sustein, C. y Thaler, R. (2017). Un pequeño empujón. Bogotá, Colombia: Penguin Random House Grupo Editorial S.A.U.
Thaler, R. (2015). The making of behavioral economics: Misbehaving. New York, Estados Unidos: W.W. Norton & Company, Inc.
Tversky, A. & Kahneman, D. (1992). Advances in Prospect Theory: Cumulative Representation of Uncertainty. Journal of Risk and Uncertainty, 5, 297-323. https://doi-org.una.idm.oclc.org/https://link.springer.com/journal/volumesAndIssues/11166
Varian, H. (2010). Microeconomía intermedia. Barcelona, España: Antoni Bosch, editor, S.A.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Jorge A. Rodríguez Soto

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
