DISCREPÂNCIAS ENTRE A DISPOSIÇÃO A PAGAR E ACEITAR NA VALORAÇÃO CONTINGENTE

OBSERVAÇÕES DA ECONOMIA COMPORTAMENTAL

Autores

  • Jorge A. Rodríguez Soto Centro Internacional de Política Económica (CINPE-UNA)

Palavras-chave:

Economia Ambiental, Política Ambiental, externalidades, microeconomia, preferências econômicas

Resumo

A economia ortodoxa é estruturada epistemologicamente a partir do positivismo e do materialismo, através da preferência revelada. Ainda assim, na práxis, existem bens que não são comercializados nos mercados e que, portanto, não têm preço, nem podem ser valorizados no quadro da preferência revelada. Para avaliar este tipo de bens, a economia ambiental utiliza métodos de preferência declarada, sendo o mais comum a avaliação contingente. Estes métodos procuram determinar as disposições dos agentes para pagar ou aceitar quando confrontados com alterações no bem inestimável; Estas disposições baseiam-se na análise da indiferença, portanto, teoricamente, deveriam ser iguais. Mas, na prática, foram encontradas diferenças substanciais entre as disposições para aceitar e pagar, as primeiras tendem a ser muito maiores. Devido a isso, o objetivo deste artigo é explorar os vieses comportamentais associados à aplicação de metodologias de preferência declarada para a avaliação de bens ambientais.

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Publicado

2024-10-18

Como Citar

DISCREPÂNCIAS ENTRE A DISPOSIÇÃO A PAGAR E ACEITAR NA VALORAÇÃO CONTINGENTE: OBSERVAÇÕES DA ECONOMIA COMPORTAMENTAL. (2024). REVIBEC - Revista Iberoamericana De Economía Ecológica, 37(1), 21-31. https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/603