Impactos ambientales y socioeconómicos generados por los vehículos de motor y la importancia de Proconve y Promot

Autores/as

Palabras clave:

Emisiones vehiculares, Congestiones, Contaminación atmosférica, Legislación

Resumen

A pesar de los beneficios generados por los vehículos de motor en carretera, su uso también ha generado impactos, tales como emisiones, congestión, ruido y generación de residuos sólidos, entre otros. En cuanto a las emisiones vehiculares, en Brasil, la implementación del Programa para el Control de la Contaminación Atmosférica por Vehículos de Motor (Proconve) y el Programa para el Control de la Contaminación Atmosférica por Motocicletas y Vehículos Similares (Promot) fue fundamental para su reducción. En este contexto, esta investigación busca explicar, mediante investigación bibliográfica, cualitativa, descriptiva y documental, los diversos impactos ambientales y socioeconómicos generados por los vehículos de motor en carretera, y la importancia de la legislación ambiental a través de Proconve y Promot. Además de la significativa reducción de las emisiones vehiculares totales en el país, incluso con el crecimiento y envejecimiento de la flota, estos programas permitieron la modernización del parque industrial brasileño, la adopción de nuevas tecnologías como el uso de inyección electrónica, la mejora de la calidad del combustible, incluyendo el mayor uso de biocombustibles, y específicamente en las áreas de salud y economía, la prevención de muertes, hospitalizaciones, pérdida de productividad y, en consecuencia, el gasto público y privado en hospitalización.

Biografía del autor/a

  • Kellen Rocha de Souza, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG)

    Economista pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) (2010), possui mestrado (2013) e doutorado (2017) em Ciências (Economia Aplicada) pela Universidade de São Paulo (ESALQ/USP). Atualmente é professora adjunta do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) do Campus Varginha. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico. Atuou por 4 anos e 4 meses como ouvidora e autoridade de monitoramento da Lei de Acesso à Informação (LAI) na UNIFAL-MG, tendo conseguido, conjuntamente com outros gestores, posicionar a universidade na primeira colocação entre as instituições federais mais transparentes do Brasil. Atuou por 2 anos e 5 meses como Encarregada pelo Tratamento de Dados Pessoais da UNIFAL-MG. 

Referencias

ABIPEÇAS/SINDIPEÇAS (2025). Relatório da Frota Circulante: Edição de 2025. Associação Brasileira da Indústria de Autopeças e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores. (2025). https://sindipecas.org.br/uploads/documentos/1745606295_Relatorio%20da%20frota%20circulante%20-%20abril25.pdf

Abramovay, R. (2012). Muito além da economia verde. Abril.

Alcantara, V. C. G. de., Silva, R. M. C. A., Pereira, E. R., Silva, D. M. da., & Flores, I. P. (2020). O trânsito urbano e os fatores estressantes percebidos por motoristas de ônibus: estudo fenomenológico. Revista Enfermagem UERJ, 28, e44289. https://doi.org/10.12957/reuerj.2020.44289

Andrade, E. C. (2004). Externalidades. Em: Biderman, C., & Arvate, P. (Org.). Economia do Setor Público no Brasil. Elsevier.

ANTP (2014). Informações da Mobilidade Urbana (SIMOB): Relatório Geral 2012. Associação Nacional de Transportes Públicos. Sistema de http://antp.org.br/_5dotSystem/download/dcmDocument/2014/08/01/CB06D67E-03DD-400E-8B86-D64D78AFC553.pdf

Bertini, R. L. (2005). You are the traffic jam: an examination of congestion measures. Em: 85th Annual meeting of the transportation research board. Washington, DC.

BRASIL (1993). Lei nº 8.723 de 28 de outubro de 1993. Dispõe sobre a redução de emissões de poluentes por veículos automotores e dá outras providências. Presidência da República. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8723.htm

Câmara, J. B. D (2016). Avaliação dos impactos econômicos e dos benefícios socioambientais do Proconve. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Edições Ibama. https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/livros/LIVROPROCONVEDIGITAL.pdf

Cánepa, E. M. (2018). Economia da poluição. Em: MAY, P.H. (Org.). Economia do Meio Ambiente: teoria e prática. Elsevier.

Castro, N. (2013). Mensuração de externalidades do transporte de carga brasileiro. Journal of Transport Literature, 7(1), p. 163-181. https://www.scielo.br/j/jtl/a/7r3cXLXxqLwZZFXfGjS39jG/abstract/?lang=pt

Cechin, A (2018). Fundamento Central da Economia Ecológica. In: May, P.H. (Org.). Economia do Meio Ambiente: teoria e prática. (2a edição). Elsevier.

CETESB (2016). Emissões veiculares no Estado de São Paulo 2015. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. https://cetesb.sp.gov.br/veicular/wp-content/uploads/sites/6/2013/12/Relatorio-Emissoes-Veiculares-2015-v4_.pdf

CETESB (2024). Emissões veiculares no Estado de São Paulo 2023. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. https://cetesb.sp.gov.br/veicular/wp-content/uploads/sites/6/2024/11/Relatorio-Emissoes-Veiculares-no-Estado-de-Sao-Paulo-2023.pdf

Cintra, M. (2008). Os custos do congestionamento na capital paulista. Revista Conjuntura Econômica.

CNI/ANFAVEA (2012). Indústria Automobilística e Sustentabilidade: encontro da Indústria para a Sustentabilidade. Confederação Nacional da Indústria/Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Cadernos setoriais Rio +20. https://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/09/23/4970/20131002175420378115i.pdf

CONAMA. Resolução nº 493, de 24 de junho de 2019. Conselho Nacional do Meio Ambiente. https://conama.mma.gov.br/?option=com_sisconama&task=arquivo.download&id=785

Dechezleprêtre, A.; Neumayer, E.; Perkins, R. (2015). Environmental regulation and the cross-border diffusion of new technology: evidence from automobile patents. Research Policy, 44 (85). https://doi.org/10.1016/j.respol.2014.07.017

DOWNS, A. (2004). Still stuck in traffic: coping with peak-hour congestion. Washington, DC: Brookings Institution Press. https://www.jstor.org/stable/10.7864/j.ctt1vjqprt

EEA (2020). Air quality in Europe – 2020 report. European Environment Agency. https://www.eea.europa.eu/en/analysis/publications/air-quality-in-europe-2020-report

Garcia, I., & Felix, L. (2025). Proconve L8: nova lei de emissões muda, e muito, os carros brasileiros. Revista Auto esporte. https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2025/01/proconve-l8-nova-lei-emissoes-carros-brasileiros.ghtml

Georgescu-Roegen, N. (1971). The Entropy law and the economic process. Cambridge, MA: Harvard University Press.

Giambiagi, F., & Além, A. C. (2016). Finanças Públicas: teoria e prática no Brasil. Elsevier.

Greenstone, M., & Fan, C. Q. (2018). Introducing the Air Quality Life Index: Twelve Facts about Particulate Air Pollution, Human Health, and Global Policy. Air Quality Life Index. https://static1.squarespace.com/static/569711e642f552f123ce31d2/t/5cabcd8de2c483c59ff13bc3/1554763168401/AQLI-Annual-Report-V13.pdf

Haddad, E. A., & Vieira, R. S. (2015). Mobilidade, acessibilidade e produtividade: nota sobre a valoração econômica do tempo de viagem na região metropolitana de São Paulo. Revista de Economia Contemporânea, 19(3). https://doi.org/10.1590/198055271931

Hawken, P., Lovins, A., & Lovins, L.H. (2007). Capitalismo natural: criando a próxima revolução industrial. Cultrix.

Horbach, J. (2008). Determinants of environmental innovation: new evidence from German panel data sources. Research Policy, 37(1). https://doi.org/10.1016/j.respol.2007.08.006

IBAMA. (2022). Programa de controle de emissões veiculares (Proconve). Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/emissoes-e-residuos/emissoes/programa-de-controle-de-emissoes-veiculares-proconve

IBAMA. (2024). Proconve resulta em ganhos ambientais no controle da qualidade do ar. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/noticias/2024/proconve-resulta-em-ganhos-ambientais-no-controle-da-qualidade-do-ar#:~:text=As%20fases%20atualmente%20em%20vigor,Saiba%20mais:

INMETRO. (2025). Tabela de Consumo/Eficiência Energética. Instituto Nacional De Metrologia, Qualidade E Tecnologia. https://www.gov.br/inmetro/pt-br/assuntos/avaliacao-da-conformidade/programa-brasileiro-de-etiquetagem/tabelas-de-eficiencia-energetica/veiculos-automotivos-pbe-veicular

Kiperstok, A. (2000). Tendências ambientais do setor automotivo: prevenção da poluição e oportunidades de negócio. Revista Nexos (UFBA), Salvador.

Marques, L. (2023). O decênio decisivo: propostas para uma política de sobrevivência. Elefante.

Medina, H. V. de. (2001). Inovação em materiais na indústria automobilística. CETEM/MCT. Série Estudo & Documentos. https://www.cetem.gov.br/antigo/series/serie-estudos-e-documentos/item/download/273_a2b51014402b33ca5d38bb219d3879c6

Observatório do Clima. (2023). Análise das emissões de gases de feito estufa e suas implicações para as metas climáticas do Brasil 1970-2021. https://energiaeambiente.org.br/wp-content/uploads/2023/04/SEEG-10-anos-v5.pdf

Resende, P. T. V. de, & Sousa, P. R. de. (2009). Mobilidade Urbana nas Grandes Cidades Brasileiras: Um Estudo Sobre os Impactos do Congestionamento. Caderno de Ideias CI0910. Fundação Dom Cabral. https://www.researchgate.net/publication/377075826_CADERNO_DE_IDEIAS_CI0910_MOBILIDADE_URBANA_NAS_GRANDES_CIDADES_BRASILEIRAS_UM_ESTUDO_SOBRE_OS_IMPACTOS_DO_CONGESTIONAMENTO

Sá, L. S., & Sampaio, L. R. (2022). Qualidade do sono, estresse e qualidade de vida em motoristas profissionais. Revista de Ciências e Psicologia do Trabalho, 42. https://doi.org/10.1590/1982-3703003236404

SALVO JUNIOR, O., & SOUZA, M. T. S. de. (2018). A regulamentação como indutora de tecnologias ambientais para a redução de emissões tóxicas em veículos leves no Brasil. Cadernos EBAPE.BR, v. 16, nº 4, Rio de Janeiro, out./dez. 2018. https://doi.org/10.1590/1679-395164314

SOUZA, K. R. de. (2017). Estimativas de emissões de gases poluentes por veículos automotores rodoviários nos municípios paulistas e sua relação com a saúde. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Piracicaba. doi:10.11606/T.11.2018.tde-15032018-101122.

UNEP. (2015). Our Planet: healthy planet, healthy people. United Nations Environment Programme. http://apps.unep.org/publications/pmtdocuments/-Our_Planet__Healthy_planet,_healthy_people-2015Our_Planet_May_2015_fa.pdf.pdf

Vormittag, E. M. P. A., & Saldiva, P. H. N. (2017). Qualidade do ar no estado de São Paulo 2015 sob a visão da saúde. Instituto Saúde e Sustentabilidade. http://www.saudeesustentabilidade.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Cetesb_Saude_FINAL_4_WEB.pdf

Vormittag, E. M. P. A., André, P. A. de, Delgado, J. A. S., Rodrigues, P. F., & Saldiva, P. H. N. (2019). Avaliação do impacto da implementação da fase P-8 do PROCONVE para a frota de veículos pesados na saúde pública com sua respectiva valoração econômica em seis regiões metropolitanas brasileira. Instituto Saúde e Sustentabilidade & Instituto Clima e Sociedade. https://institutoar.org.br/wp-content/uploads/2025/09/instituto-ar-publicacoes-impactos-do-proconve-na-saude.pdf

Publicado

2026-08-15

Número

Sección

Sección Especial del Congreso de la ECOECO 2025

Cómo citar

Impactos ambientales y socioeconómicos generados por los vehículos de motor y la importancia de Proconve y Promot. (2026). REVIBEC - REVISTA IBEROAMERICANA DE ECONOMÍA ECOLÓGICA, 39(1), 41-62. https://redibec.org/ojs/index.php/revibec/article/view/656